Artigo: De Olho no “Centrão”

Artigo: De Olho no “Centrão”

Ser brasileiro não é fácil! É uma tarefa para os mais fortes! Vivemos num país continental, bonito e corrupto por natureza. Durante os últimos anos, estamos atravessando, talvez, a pior crise político-econômica da nossa história. A Lava Jato escancarou em alto e bom som, com alta definição, até agora, escândalos e mais escândalos de corrupção em todos os níveis de governo. Fatores que contribuíram para afundar o Brasil em dívidas, que necessitam urgentemente de Reformas no âmbito Fiscal, Previdenciário e Trabalhista. Coitado de quem for o próximo Presidente. Poderá pegar o país à beira da falência, literalmente.

Resultado de tudo isso nos últimos anos: fuga de capital estrangeiro de investimento, quedas das vendas no varejo, baixa produtividade industrial, altos índices de desemprego, rebaixamento dos ratings, queda na inflação, nos juros e por aí vai. O completo caos que pode ser traduzido como Retração da Economia.

Mas, falando no possível próximo Presidente, na última quinta-feira, dia 26 de julho, tivemos a definição do chamado “Centrão”, um grupo formado pelos partidos DEM, PP, PR, PRB e SOLIDARIEDADE, que oficializou seu apoio à pré-candidatura de Geraldo Alckmin, do PSDB, em um evento que aconteceu em Brasília. Segundo disse Paulinho da Força, do Solidariedade, somente um conjunto de forças como esse poderia ser capaz de tirar o país do buraco que está.

Desde então, a chapa tem avançado em suas coligações e só não deve contar com a participação do MDB (antigo PMDB) de Temer, que a esta altura poderia ser um “queima filme”.

Com este apoio do “Centrão”, caímos em outro importante ponto que merece destaque, o tempo de TV. Segundo pesquisas e análises de especialistas da área, esta mídia de massa ainda pode seguir como principal influenciadora da decisão do eleitor e a campanha de Alckmin, que até agora segue distante dos líderes em pesquisas de intenção de votos, poderá ser alavancada, levando o candidato para um possível 2º turno.

Este cenário animou o mercado doméstico nos últimos dias, como podemos ver no gráfico diário abaixo do IBOVESPA. Praticamente, tudo que despencou com a “Greve dos Caminhoneiros” durante os meses de maior e junho, já foi recuperado. Segundo a percepção dos investidores, Alckmin poderia ser a melhor opção para o Brasil no momento, por fazer uma transição de governo mais sensata, com maior apoio do Congresso, sem grandes solavancos, de forma menos abrupta. Se caso um candidato com viés mais esquerdista ganhasse, talvez pudesse emperrar a ligeira recuperação econômica vigente.

Por isso, caros amigos do Mercado Financeiro, vamos ficar de olho no desempenho do “Centrão”, para analisar uma possível arrancada de Alckmin na corrida presidencial. Não se assuste se por um acaso o “tucano” começar a disparar nas pesquisas eleitorais, podendo ser incentivado pelo grande tempo de TV que terá disponível ao longo da sua campanha.

Grande abraço e sucesso!

Rodrigo Rebecchi

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